Mamãe: Estou pensando em colocar vocês para estudarem de manhã no ano que vem. O que acham, crianças?
Thomas: (meio desligado) A Maria Eduarda (amiguinha do ano passado) também estuda de manhã...
Louise: (pensativa e preocupada) Mas se nós dois formos para a escola, quem é que vai cuidar da Ana (a babá)?
Essas meninas já nascem com um senso de responsabilidade. São verdadeiras mãezinhas!
sábado, 19 de março de 2011
sábado, 5 de março de 2011
Educação financeira
Nós sempre nos preocupamos em ensinar nossos filhos desde cedo sobre dinheiro, para que ele serve, como ganhar, como guardar, como gastar, etc... A idéia é que eles não tenham problemas quando adultos. Ou pelo menos, menos problemas. (Calma mãe, não estamos passando por dificuldades...)
Então, desde sempre temos um tipo de previdência privada para cada um deles, cada um tem seu cofrinho, participam nas decisões financeiras da família, vão ao mercado fazer continhas e sempre os lembramos do valor de coisas que não podem ser compradas.
E o tempo vai passando, e aquela sementinha consumista que alguém (a televisão, o coleguinha rico da escola, nós mesmos...) plantou lá dentro das nossas crinaças vai crescendo e todo aquele discurso desapegado do papai e da mamãe entram por um ouvido e saem voando pelo outro.
Eu lembro quando o Thomas tinha 1 aninho, na praia, e o pessoal do guarda-sol lá na frente tinha uma piscina enorme e colorida. Ele queria muito aquela piscina. Então nós cavamos na areia, com muito esmero diga-se de passagem, uma piscina e enchemos com água do mar e colocamos ele lá dentro. Foi a primeira grande decepção da vida dele. Como ele chorou. Ele queria aquela piscina colorida.
Ultimamente o sonho de consumo do Thomas é um Nintendo DS (o game-boy dessa geração), que custa uns absurdos R$ 400,00. Então ele fez um desenho do tal brinquedo e colou no seu cofre. Desde então ele guarda as moedinhas ali para adquirir com o fruto de suas próprias economias o tão desejado "DS".
Hoje, uns 3 meses depois, ele quis contar quanto era a sua fortuna, certo de que já tinha todo o dinheiro necessário. Espalhamos as moedas pela mesa e contamos tudo: R$ 62,10. "Quanto vai sobrar, pai?" perguntou ainda sorrindo. Depois de perceber a dificuldade do trabalhador brasileiro ele se lembrou de um fato de uns anos atrás.
"Pai, e aquele meu dinheiro que você colocou no banco que dava para comprar muitos DSs?"
"Filho, deixa eu te explicar. O papai comprou ações da Petrobrás com aquele dinheiro... sabe a Petrobrás, onde o vovô e a vovó trabalham? É uma empresa muito importante... e... bem, aí veio a crise mundial....o dinheiro que estava nos bancos... encolheu. Entendeu?"
Como a moral do professor desaparece nessas horas. Obviamente ele não entendeu nada (nem eu!).
Então, fica sugestão, talvez a escola devesse ensinar educação financeira para nossas crianças!
Então, desde sempre temos um tipo de previdência privada para cada um deles, cada um tem seu cofrinho, participam nas decisões financeiras da família, vão ao mercado fazer continhas e sempre os lembramos do valor de coisas que não podem ser compradas.
E o tempo vai passando, e aquela sementinha consumista que alguém (a televisão, o coleguinha rico da escola, nós mesmos...) plantou lá dentro das nossas crinaças vai crescendo e todo aquele discurso desapegado do papai e da mamãe entram por um ouvido e saem voando pelo outro.
Eu lembro quando o Thomas tinha 1 aninho, na praia, e o pessoal do guarda-sol lá na frente tinha uma piscina enorme e colorida. Ele queria muito aquela piscina. Então nós cavamos na areia, com muito esmero diga-se de passagem, uma piscina e enchemos com água do mar e colocamos ele lá dentro. Foi a primeira grande decepção da vida dele. Como ele chorou. Ele queria aquela piscina colorida.
Ultimamente o sonho de consumo do Thomas é um Nintendo DS (o game-boy dessa geração), que custa uns absurdos R$ 400,00. Então ele fez um desenho do tal brinquedo e colou no seu cofre. Desde então ele guarda as moedinhas ali para adquirir com o fruto de suas próprias economias o tão desejado "DS".
Hoje, uns 3 meses depois, ele quis contar quanto era a sua fortuna, certo de que já tinha todo o dinheiro necessário. Espalhamos as moedas pela mesa e contamos tudo: R$ 62,10. "Quanto vai sobrar, pai?" perguntou ainda sorrindo. Depois de perceber a dificuldade do trabalhador brasileiro ele se lembrou de um fato de uns anos atrás.
"Pai, e aquele meu dinheiro que você colocou no banco que dava para comprar muitos DSs?"
"Filho, deixa eu te explicar. O papai comprou ações da Petrobrás com aquele dinheiro... sabe a Petrobrás, onde o vovô e a vovó trabalham? É uma empresa muito importante... e... bem, aí veio a crise mundial....o dinheiro que estava nos bancos... encolheu. Entendeu?"
Como a moral do professor desaparece nessas horas. Obviamente ele não entendeu nada (nem eu!).
Então, fica sugestão, talvez a escola devesse ensinar educação financeira para nossas crianças!
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Psicologia Reversa
Minha sábia mãe já usava a técnica da psicologia reversa conosco quando éramos criança. Dessa vez tentei com a Louise. "Não precisa dormir filha... você não está cansadinha (coloquei uma musiquinha de criança)... vamos dançar, brincar... que tal um desenho..., Lolô?.....".
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Frango à parisiense
Essa receita é um clássico da minha família: frango assado de padaria, baguete e cerejas frescas. A primeira vez foi por pura necessidade, depois só por que é uma delícia mesmo.
Há uns 16 anos atrás, minha família teve a maravilhosa oportunidade de fazer um mochilão pela Europa, com direito a noites em albergues e tudo mais. Numa tarde, ainda no início da viagem, estavamos cansados do dia de passeios e com fome. Como é sabido, a comida na europa é cara, imaginem então para alimentar 3 filhos por 3 semanas fora de casa. Foi então que decidimos fugir do convencional. Compramos um frango assado na padaria da esquina, uma comprida e crocante baguete e um pacote de cerejas frescas. Sentamos os cinco num banco de praça e..., bem, não tem outro nome.... farofamos mesmo. Só que sem a farofa. Foi divertido e saboroso. Batizamos a refeição de Frango à parisiense e imediatamente se tornou um clássico.
Num sábado desses repetimos a dose com as crianças no parque Barigui. Não tem erro!
Há uns 16 anos atrás, minha família teve a maravilhosa oportunidade de fazer um mochilão pela Europa, com direito a noites em albergues e tudo mais. Numa tarde, ainda no início da viagem, estavamos cansados do dia de passeios e com fome. Como é sabido, a comida na europa é cara, imaginem então para alimentar 3 filhos por 3 semanas fora de casa. Foi então que decidimos fugir do convencional. Compramos um frango assado na padaria da esquina, uma comprida e crocante baguete e um pacote de cerejas frescas. Sentamos os cinco num banco de praça e..., bem, não tem outro nome.... farofamos mesmo. Só que sem a farofa. Foi divertido e saboroso. Batizamos a refeição de Frango à parisiense e imediatamente se tornou um clássico.
Num sábado desses repetimos a dose com as crianças no parque Barigui. Não tem erro!
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Feliz ano do Coelho!
A minha família leva essas coisas de calendário chinês mais a sério do que eu imaginava! No ano chinês do coelho a fertilidade das minhas cunhadas é de impressionar: 4 sobrinhos (ou preferencialmente 1 sobrinho e 3 sobrinhas), além de sobrinhos em segundo grau que eu nem me atrevo à continuar contando, à caminho para 2011, um record pessoal!
Que venham os bebês! Nessas circunstâncias, nós confortavelmente passamos para o final da fila reprodutiva (a Dadi ainda pode tentar a menininha, oras!) para assistir todas essas gestantes e seus recém-nascidos no que precisarem!
Feliz Ano do Coelho para essa família!
Que venham os bebês! Nessas circunstâncias, nós confortavelmente passamos para o final da fila reprodutiva (a Dadi ainda pode tentar a menininha, oras!) para assistir todas essas gestantes e seus recém-nascidos no que precisarem!
Feliz Ano do Coelho para essa família!
Assinar:
Postagens (Atom)