quarta-feira, 27 de outubro de 2010
6 anos, alguns amigos e muita alegria
Comemoramos o sexto aniversário do Thomas com um lanche para alguns amiguinhos. Ele planejou tudo, do tema aos comes. Decorou o salão como ele achou melhor, escolheu as brincadeiras que os amigos iriam fazer. E sabe qual foi o resultado... mamãe sossegada e crianças se esbaldando e aniversariante satisfeito! Não poderia ter sido melhor.
sexta-feira, 1 de outubro de 2010
O outro lado
Mais uma vez, é mais fácil estar do outro lado da mesa do consultório.
Hoje o Thomas foi submetido, pela primeira vez (e tomara que última) à um procedimento cirúrgico, simples e eletivo, mas mesmo assim invasivo. Eu já estou a tanto tempo longe de centros hospitalares e centros cirúrgicos que as vezes acho que é melhor nem dizer que sou médica. Como mãe do paciente, tenho todas aquelas infinitas angústias.
A burocracia do plano de saúde (solicitação do médico, liberação, confirmação da liberação, pré-cadastro, pré-internamento, verificação da senha de internamento, ai!), os malditos termos de consentimento (caso precise de UTI, caso seu plano não pague, caso isso ou aquilo...meu estômago que já doendo piorou), a frieza do ambiente hospitalar (o Thomas pediu um cobertor e quando veio ele me perguntou se era coberta de cachorro), a falta de sensibilidade dos profissionais de centro cirúrgico (quando eu entrei na sala eles já o tinham anestesiado), eu nunca havia percebido como aquela conversa leviana durante a cirurgia é irritante!
Mas felizmente o Thomas é um garoto muito especial mesmo. Ele cativou TODAS as enfermeiras, atendentes, auxiliares que cuidaram dele. E recebeu tratamento VIP e muita atenção de cada uma delas. No final da cirurgia tanto o cirurgião como a anestesista vieram me falar que ele foi a criança mais tranquila e simpática que eles já operaram. O doutor até fez eu prometer que ele poderia jogar bastante vídeo-game no pós-operatório! Na ida para casa muitas delas até vieram se despedir nos corredores!
Estamos em casa novamente, que alívio. É mais fácil ser a médica. É mais gratificante ser a mãe.
Hoje o Thomas foi submetido, pela primeira vez (e tomara que última) à um procedimento cirúrgico, simples e eletivo, mas mesmo assim invasivo. Eu já estou a tanto tempo longe de centros hospitalares e centros cirúrgicos que as vezes acho que é melhor nem dizer que sou médica. Como mãe do paciente, tenho todas aquelas infinitas angústias.
A burocracia do plano de saúde (solicitação do médico, liberação, confirmação da liberação, pré-cadastro, pré-internamento, verificação da senha de internamento, ai!), os malditos termos de consentimento (caso precise de UTI, caso seu plano não pague, caso isso ou aquilo...meu estômago que já doendo piorou), a frieza do ambiente hospitalar (o Thomas pediu um cobertor e quando veio ele me perguntou se era coberta de cachorro), a falta de sensibilidade dos profissionais de centro cirúrgico (quando eu entrei na sala eles já o tinham anestesiado), eu nunca havia percebido como aquela conversa leviana durante a cirurgia é irritante!
Mas felizmente o Thomas é um garoto muito especial mesmo. Ele cativou TODAS as enfermeiras, atendentes, auxiliares que cuidaram dele. E recebeu tratamento VIP e muita atenção de cada uma delas. No final da cirurgia tanto o cirurgião como a anestesista vieram me falar que ele foi a criança mais tranquila e simpática que eles já operaram. O doutor até fez eu prometer que ele poderia jogar bastante vídeo-game no pós-operatório! Na ida para casa muitas delas até vieram se despedir nos corredores!
Estamos em casa novamente, que alívio. É mais fácil ser a médica. É mais gratificante ser a mãe.
domingo, 19 de setembro de 2010
Manheeeee!
Pra não dizer que eu nunca ganhei nada, fui presenteada com uma bela viagem de 4 dias para um congresso em Porto Alegre, tudo pago. Não resisti... sabe aquele ditado " de graça, vale até pegar ônibus errado"... pois é, para escapar do estresse do dia-a-dia de uma unidade de saúde meio doente, topei até um congresso de Reumatologia (os colegas reumatologistas que me desculpem aí, mas reumato é de matar...).
O estranho não é todo papo técnico e cheio de nomes complicados (quem é que dá nome a esses remédios: abciximabe, tocilizumabe...), mas sim ficar sem as crianças. Eu já não sei o que fazer nas horas vagas se não for arrumar alguma coisa, levar alguém no banheiro, preparar um lanchinho... E o silêncio...uma vez acostumados com a doce melodia de brinquedos, Hi-5, chorinhos e gritos, os ouvidos enlouquecem com o silêncio de um quarto de hotel. E foi piorando, enquanto procurava alguma coisa para ver na TV e instintivamernte pensei "Ei, são sete horas, vai passar Word's World" e coloquei no Discovery Kids....
Espero que quando os picorruchos chegarem na idade de sair de casa (daqui muitos e muitos e muitos anos)ainda reste alguma coisa dessa mulher que já foi madura e interessante!
O estranho não é todo papo técnico e cheio de nomes complicados (quem é que dá nome a esses remédios: abciximabe, tocilizumabe...), mas sim ficar sem as crianças. Eu já não sei o que fazer nas horas vagas se não for arrumar alguma coisa, levar alguém no banheiro, preparar um lanchinho... E o silêncio...uma vez acostumados com a doce melodia de brinquedos, Hi-5, chorinhos e gritos, os ouvidos enlouquecem com o silêncio de um quarto de hotel. E foi piorando, enquanto procurava alguma coisa para ver na TV e instintivamernte pensei "Ei, são sete horas, vai passar Word's World" e coloquei no Discovery Kids....
Espero que quando os picorruchos chegarem na idade de sair de casa (daqui muitos e muitos e muitos anos)ainda reste alguma coisa dessa mulher que já foi madura e interessante!
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Cupcake de Banana
Na volta da Serra é obrigatória a parada para comprar aquelas pencas enormes de banana à preço de banana. Pois é, uma semana depois você se pergunta: onde é que eu estava com a cabeça, agora tenho 5 cachos de banana bem maduros e nenhum macaco para devorá-las todas antes que estraguem.
Então eu descolei essa receita de bolinhos (cupcakes para os importados) muito boa e que dá conta de 1 cacho inteiro de banana prata.
Então eu descolei essa receita de bolinhos (cupcakes para os importados) muito boa e que dá conta de 1 cacho inteiro de banana prata.
Meia xíc. de manteiga ou margarina
1 xíc de açucar refinado
meia xíc de açúcar mascavo
2 ovos
1 xíc de banana amassada
1 e três quartos de xíc de farinha de trigo
1 c. chá de bicarbonato de sódio
1 c. chá canela
1 pitada de cada: gengibre em pó, noz moscada e cravo em pó (todos opcionais)
Bater com a batedeira até virar um creme na ordem que aparecem na lista. Dispor às colheradas nas forminhas para cupcakes já na assadeira própria. Assar por 15 a 20 minutos em forno médio-alto.
domingo, 12 de setembro de 2010
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
A Louise completou 3 aninhos!
Nesta semana a Lolô completou 3 anos e festejamos no fundo do mar com a Pequena Sereia.
Nós (Eu, a tia Tice, a Ana, a vovó e a Louise) fizemos quase tudo em casa, inclusive seu vestido de princesa do mar, feito com esmero pela vovó Bel. Ela curtiu cada passo da decoração e das comidinhas: escolheu as cores da toalha e dos balões, me ajudou a cortar, medir, costurar, até aprendemos juntas a fazer peixe e polvo de balão para alegrar o salão. A família toda se mobilizou para encontrar elementos do fundo do mar... para encontrar conchinhas fizemos um passeio até a Ilha do Mel e outro até a casa da tia Dadi. Os cupcakes foram uma diversão à parte, assá-los, recheá-los e por fim confeitá-los com o toque final da conchinha de chocolate branco, pela tia Tice.
Nós a amamos muito e esperamos que se lembre desses momentos por muito, muito tempo.
Nós (Eu, a tia Tice, a Ana, a vovó e a Louise) fizemos quase tudo em casa, inclusive seu vestido de princesa do mar, feito com esmero pela vovó Bel. Ela curtiu cada passo da decoração e das comidinhas: escolheu as cores da toalha e dos balões, me ajudou a cortar, medir, costurar, até aprendemos juntas a fazer peixe e polvo de balão para alegrar o salão. A família toda se mobilizou para encontrar elementos do fundo do mar... para encontrar conchinhas fizemos um passeio até a Ilha do Mel e outro até a casa da tia Dadi. Os cupcakes foram uma diversão à parte, assá-los, recheá-los e por fim confeitá-los com o toque final da conchinha de chocolate branco, pela tia Tice.
Nós a amamos muito e esperamos que se lembre desses momentos por muito, muito tempo.
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